domingo, 1 de março de 2015

BUROCRACIA: TEORIA E PRÁTICA


Lá nos primeiros períodos da faculdade de administração, debruçados sobre o que considero a bíblia do curso, a Teoria Geral de Administração, aprendemos sobre a Teoria da Burocracia, que desenvolvida pelo economista alemão Max Weber pretendia dentre outras coisas que, funcionários cumprissem tarefas de acordo com regras e regulamentos escritos.

Na teoria, funcionaria de modo a envolver o maior número de pessoas em processos bem definidos a fim de evitar o retrabalho e erros para deliberação, seguindo procedimentos rotineiros, o que seria mais ágil e exemplar. Segundo Weber, “a burocracia era a organização por excelência”.

Porém, na prática, a burocracia virou um adjetivo, negativo é verdade. Quando falamos em algo burocrático logo associamos a algo demorado, feito com má vontade de se resolver demandas, dificultando e engessando todo o processo, deixando a bel prazer dos burocratas, e sabe-se lá quando conseguiremos a solução.

Logo ligamos burocracia a órgãos públicos, na verdade ela surgiu para repartições públicas e o controle estatal, entretanto cada vez mais empresas privadas buscam – sabe-se lá por que – burocratizar demais seus processos, demorando assim nas decisões que precisam ser cada vez mais ágeis diante de toda dinâmica do mercado.

A burocracia não é de toda ruim, sua ideia inicial era tonar tudo mais eficiente, mas seu fracasso na aplicação é cada vez mais comum, e de certa forma, todos nós sofremos.

Não falo aqui que devemos acabar com a burocracia, não mesmo, ela é importante. Devemos aperfeiçoá-la, remodelando-a aos novos tempos e a novas tendências, onde ano após ano, estamos apenas transformando a burocracia numa burrocracia aceitável.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A MOTIVAÇÃO EXISTE?


Todo ser humano é motivado por algo para desempenhar suas tarefas diárias, seja hobby, por motivo de saúde, trabalho, ou qualquer outra coisa. Motiva-lo é algo estudado há muito tempo, diversos teóricos já se debruçaram sobre o tema sob diversos pontos de vista, situações, pesquisas e todo o universo que envolve essa tão complexa sensação.

Há quem diga que a motivação, principalmente, no trabalho, está no bolso. Receber seus vencimentos em dia, e um valor que se ache correto para as atividades que se desenvolve basta para que se esteja motivado. No entanto, o que muitos empresários que comungam deste pensamento não levam em consideração é que o mundo como um todo vem cada vez evoluindo mais rápido, pessoas e pensamentos também. A globalização do mercado fez e faz com que as empresas precisem reter seus talentos e só o salário não é mais motivação plena, nos tempos de hoje em muitos casos pesa mais o nível de qualidade vida que a empresa irá oferecer, antes até do que o salário a ser pago.

É certo que o ponto fundamental em uma empresa e que é algo já batido por diversos especialistas se refere ao clima organizacional sendo como um termômetro para qualquer organização, se o clima vai bem, a empresa ganha, caso contrário à derrocada é inevitável.

Eis aí um dos principais papeis do RH em uma organização, saber avaliar e sentir o clima, identificar a causa de possíveis problemas e soluciona-los o quanto antes. Outro grande equívoco do empresário é achar que o Departamento de Pessoal e o RH são a mesma coisa. Enquanto um trata o funcionário de forma mais burocrática, como mera estatística quantitativa, o outro procura entender cada colaborador, suas forças, fraquezas, necessidades, que são quase sempre bem complexas; e particular de cada indivíduo. Não podemos nem devemos medir todos pela mesma régua.

O RH tem um árduo trabalho e muitas vezes é pouco reconhecido pelo empresário, que entende que tudo aquilo é apenas teoria e que não lhe dará um retorno tangível. Engana-se de novo.

Talvez seja essa uma grande diferença entre o administrador de empresa e o empresário. Enquanto o administrador acredita em processos bem definidos, comunicação eficiente e no principal, o fator humano como engrenagem para o sucesso da organização, o empresário, por outro lado, acha tudo muita perda de tempo e que ter salários em dia e preço competitivo bastam para a empresa ser bem sucedida.

O mercado está cada vez mais competitivo e homogêneo, e o que diferencia uma empresa de outra é o clima em que ela se encontra. Não adianta colocar valores apenas no papel e achar que serão seguidos, a empresa transmite aquilo que seus líderes são.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

ESTÁGIO NÃO É SÓ NA FACULDADE





Trabalho em uma Instituição que, entre outros serviços, mantém um projeto de inclusão de estagiários nas empresas. Não vou aqui me estender a explicar sobre a legislação de estágio, suas características, o que pode ou não pode ser feito, pois será assunto para outro artigo.

Gostaria de compartilhar com vocês a situação dos estudantes de Ensino Médio das escolas públicas brasileiras. Recebemos diariamente estudantes que se inscrevem para concorrer às vagas de estágio para Ensino Médio Regular, onde o aluno (estagiário) é encaminhado à empresa para desenvolver atividades que o preparem para vida cidadã e para o trabalho, recebendo uma contraprestação em forma de Bolsa-Auxílio pelas atividades desempenhadas.

Ao preencher o cadastro, perguntamos dados básicos e é ai onde começa a dura realidade da distorção do acesso à tecnologia. Seguindo estimativas pessoais que considerei ao longo de quase 04 anos, ao serem perguntados se possuem um endereço de e-mail, cerca de 70% dos estudantes respondem o seguinte: - Sim, tenho o do Facebook. Ao serem perguntados se acessam a caixa de entrada desse e-mail, cerca de 90% respondem: - Não, só uso para o “Face”.

Prosseguindo, ao serem perguntados sobre conhecimentos em informática, cerca de 50% responde conjuntamente: - Sei um pouco do Word, Excel e Power Point. Alguns acrescentam conhecimentos em algum programa de edição de fotos. Ainda respondendo a questão, cerca de 20% afirma não ter conhecimento nenhum em informática. Os 30% restantes respondem mecanicamente: - Sim, sei o básico. Ao serem questionados mais especificamente sobre esse “básico” a maioria responde: - Ah, o básico, Facebook, blog, acessar sites que eu gosto. Continuando o questionamento, sempre me aprofundo um pouco procurando conhecer até onde vai essa deficiência, então geralmente pergunto: - Você sabe ligar e desligar o computador, abrir pastas e documentos? A resposta é esmagadoramente: - Não! Só a internet mesmo.

Daí todos os dias me pergunto como acontece essa democratização do acesso à tecnologia, em que um aluno de Ensino Médio possui acesso ao computador na escola, mas não aprende a utilizar a ferramenta com início, meio e fim. Aprende apenas uma mínima parte do processo, o necessário para determinada atividade ou nem mesmo isso.

É um aprendizado precário, de fachada. Não estão formando, estão enganando a educação, oferecendo um “mais ou menos”. Ai pergunto a você: O que um jovem fará com esse falso conhecimento ao ingressar no mercado de trabalho? Logo a empresa perceberá suas deficiências e se não conseguir aprender na marra e em pouquíssimo tempo, estará fora com certeza.

Inúmeros estudantes de Ensino Médio Regular buscam estágios, tão jovens, com muita vontade de trabalhar, de ser alguém, de conquistar algo, mas percebo que eles estão com a visão embaçada, não conseguem enxergar para onde devem ir, o que devem fazer, estão soltos, perdidos, sem orientação profissional, sem capacitação técnica e comportamental.

Uma das diretrizes do Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 é a “formação para o trabalho”, mas o que vejo na educação de Ensino Médio, é uma propagação de um mínimo conhecimento, de forma precária e que acrescenta muito pouco a formação para o trabalho desses estudantes.

Seguindo este caminho, o governo segue criando um arsenal de programas que são, na verdade, mais pedaços da colcha de retalhos e que não precisariam ser implantados, gastando milhões e milhões, se fossem oferecidas as condições necessárias para que a educação de Ensino Médio cumprisse o que determina suas diretrizes.   

E os jovens estudantes seguem suando, tentando, quebrando a cabeça, alguns desistem e seguem caminhos obscuros, outros se salvam por pouco e ficam estagnados, enquanto uma pequenina parte consegue seguir em frente e alçar voos maiores.

Um abraço!

Daniele Paulino

terça-feira, 23 de julho de 2013

PROCURA-SE ESTAGIÁRIOS COM EXPERIÊNCIA, PODE ISSO ARNALDO?

Imagem: Google
Recentemente ouvi na rádio CBN o Max Gehringer tirando a dúvida de um ouvinte sobre a exigência de algumas empresas em se contratar apenas estagiários com experiência. Diante disso me veio à necessidade de expor minha opinião sobre esse tema.

Eu particularmente acho desnecessário tal exigência tratando de uma atividade de aprimoramento profissional relacionada à alguma área de estudo, não há vínculo empregatício, logo não se deveria cobrar alguma experiência.

Infelizmente isso não é regra e as empresas (principalmente as privadas) podem fazer qualquer tipo de exigência que achar conveniente para o melhor desempenho das atividades dos futuros estagiários.

São poucas as organizações que enxergam o estágio como uma via de mão dupla, devendo ser tão bom para a empresa quanto para o jovem estudante sedento de conhecimento e de toda dinâmica que envolve uma empresa, é cada vez mais comum o estagiário ser contratado apenas como mão de obra barata, pela facilidade da contratação que não incluem os vínculos de empregabilidade regidos pela CLT.

Se a maioria dos empresários soubessem como é importante para a formação do estudante essa oportunidade, vivenciar toda aquela atmosfera, conhecer na prática tudo que ele adquire de teoria na faculdade; Fica muito mais simples e tudo faz sentido, sem contar que a empresa tem a oportunidade de moldar o estagiário para uma possível efetivação, tendo um profissional sem vícios de outras empresas e que respira a missão, visão e valores da organização.

Mas também não podemos cobrar apenas dos empresários, muitos estudantes deixam para os últimos semestres da faculdade para procurar um estágio, apenas para cumprir possíveis grades curriculares exigidas pela instituição de ensino, aos neófitos que ingressam nessa nova jornada, indico que quanto mais cedo você adquirir essa experiência, mais fácil virão outras oportunidades, sem contar que a aprendizagem fica muito mais atraente, porque o estágio nada mais é do que um treinamento profissional e deve ser tratado como tal.

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

ERRO FATAL NAS REDES SOCIAIS


Em busca de um público cada vez mais crescente, as empresas vêm aderindo as redes sociais para interagir, divulgar e promover seus produtos, serviços e marca. É muito simples uma empresa se conectar ao mundo virtual através das redes sociais, além de ser totalmente grátis o seu cadastramento.

Essa facilidade na inclusão digital deixou a internet como fácil chamariz para novos clientes numa forma rápida e objetiva. Porém nem tudo são flores nas chamadas mídias/redes sociais, em decorrência de toda essa facilidade, muitas empresas  ainda se negam em colocar um profissional devidamente capacitado para gerenciar seus perfis na rede, uma empresa que assim age, perde total credibilidade e ganhe antipatia dos usuários se não for dada uma resposta que satisfaça clientes ou possíveis futuros clientes. 

Design:  significa o ato de criar e dar forma para algo.
Designer: é o profissional que está habilitado a efetuar atividades relacionadas ao design. 

Não precisa ser nenhum expert para saber diferenciar isso.




Na última sexta-feira (01) me deparei com uma discursão que me chamou atenção pelas redes sociais, a designer alagoana @LuaBeserra questionou a empresa New Center Informática por divulgar um curso na tv com a escrita errada, que no caso era Web Desingn, que o correto deveria ser Web Designer. Ao invés da empresa em questão procurar se redimir do erro latente e agradecer a quem lhe tentou orientar e procurar corrigir, resolveu vim com sucessivos pré-julgamentos que nada tinham a ver e que não cabia ao perfil da ORGANIZAÇÃO em questionar, principalmente pela forma tão grosseira e pouco amistosa.

Vejam só a forma de abordagem da empresa

O que me assusta com tudo isso é que se trata de uma empresa com várias filiais por todo o Brasil que talvez se utilize da mesma abordagem em todas as regiões.
Empresas que não aceitam críticas estão fadadas ao fracasso. Eu nunca fiz curso na News Center, mas com certeza depois dessa atitude grosseira nem me passa pela cabeça em procurar essa instituição para algo do tipo.

Seria menos vergonhoso para a empresa se quem respondesse ao consumidor fosse outro perfil (empresário / funcionário) e não o da instituição, e é claro com um tom mais amistoso. A empresa News Center respondendo nesses termos deixou a entender que toda a ORGANIZAÇÃO trata clientes / possíveis clientes dessa forma estúpida e abominável.


Revolta de quem lia as postagens

Por fim a empresa ainda tentou argumentar que o perfil em questão não era "oficial" da News Center, mas sim de um grupo de alunos que o manuseavam. Ou seja, surge um erro pior que o outro, se já não se coloca profissionais capacitados para gerir as redes sociais o que dizer de alunos sem nenhum conhecimento institucional para embates como esse, onde a resposta mostra bem o nível da sua "capacitação".

"Errar é humano". Porém, não existe lugar para erros no mundo corporativo, e as empresas podem pagar muito caro quando eles acontecem."

O que infelizmente é cada vez mais frequente.


Um abraço a todos!






quarta-feira, 24 de outubro de 2012

É FÁCIL NA CENTRAL FÁCIL



Assistindo o telejornal que mostrava a alto custo para a abertura de empresas nas principais cidades do Brasil, vi a dificuldade para a abertura de empresas no Rio de Janeiro. Certo de que não é a única cidade do país, fico apenas abismado que uma cidade como o Rio de Janeiro ainda não tenha implantado um sistema igual o daqui  de Alagoas.

Explico:

Na citada matéria mostrava o dia-dia de contadores e auxiliares para tramitar a abertura de  empresas junto aos órgãos competentes, tendo como entraves a distância de cada repartição o que deixa o processo muito mais lento e travado, chegando a passar até 90 dias para conseguir legalizar.

O Sebrae em Alagoas foi pioneiro na criação da Central Fácil, que a partir de 2001 trouxe comodidade para a abertura de empresas criando um amplo espaço que comportasse  todas as instituições responsáveis para a legalização. Funciona como um grande shopping e em cada guichê (que representa uma repartição) você tramita seu processo de abertura, passando por duas etapas, EXTERNA e INTERNA. A EXTERNA é para orientar sobre as documentações necessárias e conferi-las respectivamente, já a INTERNA é para dá celeridade a tramitação, sendo os mesmos órgãos da primeira etapa.


O Sebrae ainda disponibiliza um sistema que o contador/e ou empresário acompanha o andamento do processo direto pela internet, quando o processo é liberado, o sistema deixa uma mensagem  e é só o responsável ir lá e pegar o processo. Simples e objetivo.

Atualmente já é possível que em até 5 dias úteis o empresário já saia com a empresa totalmente legalizada, assim diminuindo custos, e tendo maior agilidade para atuação no mercado, alavancando a economia da sua cidade.

A Central Fácil ajudou a diminuir custos e ainda oferece cursos de capacitação para o novo empreendedor, para que ele saia mais seguro de como se comportar e interagir com o mercado.

E não para por aí... Para maior comodidade, em breve a abertura de empresas vai poder ser feita totalmente pela internet, facilitando tantos empresários que não podem ir até os postos da Central Fácil em Maceió ou Arapiraca, mas isso é assunto para outra postagem, logo depois da implantação do novo sistema para que possamos de fato parametrizar.

Que Alagoas sirva de exemplo para as demais capitais que ainda não contam com tamanha inovação.

Foi um grande prazer e orgulho de ter sido estagiário e ter feito parte dessa equipe do Sebrae / Central Fácil em Alagoas.





sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Você S/A - Mude de carreira: empreenda!




Há mais profissionais saindo das empresas para abrir o próprio negócio. O número de mulheres empreendendo já é quase igual ao de homens. Seis em cada dez jovens estão estudando para criar o próprio negócio. Saiba como surfar nessa onda.

Na matéria de capa da revista Você S/A de setembro, Adriana Carvalho e Wellington Miyazaki trazem dados importantes sobre a consolidação do empreendedorismo como alternativa de carreira para os brasileiros.

Segundo pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM) em parceria com o Sebrae, o empreendedorismo por oportunidade está cada vez mais presente que o empreendedorismo por necessidade, ao contrário do que acontecia há uma década, em que só virava empreendedor quem não tinha opção de seguir uma carreira profissional. A pesquisa aponta ainda que 53% dos novos donos de empresa têm entre 18 e 34 anos, o que só confirma o boom de jovens empreendedores no Brasil.

Variáveis como as novas condições do mercado e a baixa na inflação ocorrida a partir da década de 90, com o Plano Real, são apontados como responsáveis pelo surgimento do ambiente ideal para novos negócios, mais seguros e rentáveis.

As empresas criadas por oportunidade tem mais chances de sobreviver, pois há mais planejamento em sua concepção, aumentando a confiança de investidores e todos os stakeholders.

Já o empreendedorismo por necessidade tem perdido força, frente as inumeras possibilidades de adquirir conhecimentos antes de cair de cabeça em um negócio. Hoje o acesso à informação é quase universal e muitas pessoas, que antes tomariam decisões precipitadas pela necessidade de sobrevivência, agora buscam saber quais os riscos envolvidos e tudo que compõe a atividade que pretendem desenvolver, aumentando as chances de a empresa dar certo.

Com isso aquela famosa taxa de mortalidade das empresas nos primeiros dois anos, reduziu de 35% em 2002 para 27% em 2012. Ainda é pouco, mas pode ser um indicativo de que estamos avançando.

Então, diante desses fatores, a Você S/A resolveu tirar as principais dúvidas dos futuros empreendedores, para que sigam mais seguros nessa jornada atribulada.

Quando trocar o salário pelo Pró-labore?

Um levantamento feito pela consultoria de recolocação LHH|DBM registrou que, entre janeiro e julho de 2012, 20% dos profissionais que a procuraram resolveram trocar a carteira assinada pelo próprio negócio. As motivações são as mesmas que as suas: liberdade para criar, flexibilidade de horários, possíveis ganhos maiores, autonomia e por ai vai.

Porém, as motivações e sonhos não são suficientes para construir um negócio. É preciso planejar, para que você não acabe pedindo seu emprego de volta. Antes de pedir demissão, pesquise o mercado, converse com pessoas da área que você quer atuar, bem sucedidas de preferência, consiga o máximo de informações possíveis e faça uma reserva financeira, sempre que possível.

Muitos dizem que há casos em que não dá para economizar porque tudo aconteceu muito rápido e não podia perder a oportunidade. Então o ideal é começar a poupar agora, antes de tudo, para estar preparado quando a oportunidade surgir.

Plano de Negócios, precisa?

Se você quer que as pessoas conheçam sua ideia e apostem nela, sim, é imprescindível. Para quem está de fora, o Plano de Negócios é a única forma de conhecer detalhamente sua ideia e saber se ela tem chances de dar certo ou não. Então, ao escrevê-lo, seja objetivo, evite erros gramaticais, busque informações confiáveis e seja flexível.

Apresento minha ideia?

É comum as pessoas temerem que suas ideias sejam roubadas, plagiadas, copiadas... É um temor justificável, mas livre-se dele! Sua ideia precisa ser conhecida, para que haja interesse nela, não precisa colocar a boca no trombone, mas conversar com as pessoas certas e abrir o jogo sobre seu negócio é fundamental.

Se você já tem em vista um possível investidor (investidor-anjo), fique atento as dicas:

1- Investidores-anjo se interessam por negócios de crescimento rápido e escalável. Se o seu projeto não possui esse perfil, melhor buscar outras fontes de recursos.

2- Ao colocar dinheiro na sua empresa, o investidor-anjo também se torna dono, tendo voz nas decisões, esteja atento e pronto para aceitar esse fato.

3- Seja atrativo, o investidor-anjo só investirá em seu negócio se ele apresentar potencial, que atenda uma demanda específica e seja difícil de imitar. Nessa fase o Plano de Negócios faz a diferença, pois nele constam todos os detalhes que o investidor quer saber.

4- Seja convincente. O investidor precisa perceber que você está entregue de corpo e alma a este negócio e fará o impossível para fazer acontecer.

5- Mostre o que você já fez. Suas experiências serão levadas em consideração para saber se você tem capacidade para o projeto.

6- Não tem equipe? Monte uma. É muito difícil um investidor acreditar que você será capaz de tocar uma empresa sozinho. Ter uma equipe qualificada é essencial.

7- Não se limite a aparência. Investidores não se convencem com tão pouco.

8- Prepare seu discurso e esteja certo de que sabe tudo sobre seu Plano de Negócios.

9- Analise se a visão do investidor está alinhada a sua.

Onde buscar ajuda?

Se você não consegue investidor, outra alternativa para que seu negócio saia do papel são as Incubadoras e outros órgãos de apoio às empresas iniciantes. Eles ajudam desde a elaboração do Plano de Negócios à estruturação da empresa. Para participar geralmente há uma seleção ou testes. Uma pesquisa rápida na internet e você encontrará inumeras incubadoras, umas delas pode estar na região onde você mora.

Enfim, traduzindo... Trabalhe, coloque o pé na estrada, corra atrás! Só assim conseguirá! Ah, busque e aceite ajuda, pois ninguém é feliz sozinho!

Leia mais na revista Você S/A, edição 171, setembro de 2012.

Abraços,

Adm. Daniele Paulino

terça-feira, 16 de outubro de 2012

OUSADIA PARA "MARKETAR"



Essa semana aqui em Maceió fui surpreendido por esse outdoor de uma concessionária de Motos fazendo sua propaganda, nele tinha uma mulher seminua em pose sensual e uma frase em caixa alta:  “COMPRE QUE EU DOU PRA VOCÊ”, logo depois vinha em caixa baixa complementando a frase: “O emplacamento grátis”.

Logo quando vi a tal propaganda achei a forma de abordagem genial na questão do impacto que atrairia a curiosidade do seu público alvo em saber do que se tratava, mas também já imaginei a repercussão que traria diante toda sociedade, para muitos (leia-se muitas) foi uma forma machista e de depreciação da figura da mulher e também pelo tipo de mídia usada, impropria para o tipo de abordagem.
Acredito que a agência que produziu a campanha tenha se inspirado naquele famoso caso do empresário de Brasília que se utilizando do marketing de guerrilha (Aquela técnica moderna e agressiva de marketing, que trás impacto) para divulgar sua loja de conserto e vendas de panelas e usou o seguinte banner:



Semelhanças à parte, o outdoor aqui em Maceió divide opiniões, vai daqueles que se ofenderam profundamente, até aqueles que defendem a liberdade de expressão e o direito que cabe aos envolvidos na criação da campanha. Para nós, profissionais do Marketing, Administração e afins, nada mais foi do que uma forma de quebrar os velhos paradigmas da publicidade do nosso Estado, sempre produzindo a mesmice em propagandas sem ganhar a atenção do consumidor. Sabendo-se que os outdoor's estão cada vez mais banalizados e sem o brilho de outrora. 

Indo um pouco mais além, ainda pontuo que no Brasil existe muita “cordialidade” entre as concorrentes no momento de produzir suas peças publicitárias. No EUA o marketing é muito mais ousado, a crítica existe e os concorrentes se cutucam o tempo todo, diretamente. No Brasil convivemos com essa hipocrisia em achar que todos vão entender as indiretas e mensagens subliminares das marcas, caso apareça algo mais direto contra alguma marca, entra-se na justiça e os multa pelo uso indevido da imagem.

De fato, a marca aqui em Maceió está atingindo seu objetivo, chamar atenção, principalmente do seu público alvo que é o que realmente interessa...  Estão falando, nas redes sociais, ruas, jornais...tudo o que uma marca precisa: VISIBILIDADE!

Enquanto as críticas? Saibamos conviver com elas... sempre existirão.

E Viva o marketing! \o/


Um abraço!

@vanildoneto

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

COTAS... QUAL É A SUA?


É com esse assunto polêmico que eu dou uma aparecida pelo blog hoje (nada a ver que eu saí mais cedo da faculdade hoje e pensei bastante nisso na volta).

Enfim. Hoje venho falar das cotas que o Brasil estabelece para universidades publicas em específico. Cotas para negros e índios por exemplo.

Assim como um dia eu vi em um vídeo na internet, reafirmo que as cotas não têm nada a ver com política educacional. Como também não tem nada a ver com resgate histórico ou pagamento de uma dívida social histórica por conta da escravidão.

Se as cotas fossem uma ação de medida com fim de diminuir a diferença entre as classes, seria basicamente uma mentira. Além das cotas serem poucas, são de difícil acesso, então não é bem esse o objetivo das cotas.

Concordo tambem com uma passagem do video em que o autor afirma que cotas, esse "tapa buraco" do sistema educacional brasileiro, não é uma resolução para o problema. A resolução aliás já vem sendo discutida a muito tempo: Maior investimento no ensino básico.

Dessa forma, nao somente brancos, ou tampouco negros ou índios precisariam se submeter a um sistema tão duvidoso e anti-constitucional.

Todos, dos ricos aos pobres, teriam acesso a ensino basico de qualidade, e gratis.

Confesso que ja fui da opinião de que deveria existir cota nao para negros ou indios, mas para classes sociais.

Na realidade isso não funcionaria. Caímos novamente na ilusao de que se abrirmos "portas" alternativas para certos grupos, vamos resolver o problema como um todo. Quando não vamos. Precisamos resolver o problema de modo que todos desfrutem da mesma forma e oportunidade. Não somente abrindo portas mas principalmente "Derrubando" todas elas.

Assistindo ao vídeo, lembro que fiquei maravilhado com a hipotese levantada pelo autor do video, em que ele dizia que o real motivo da criação das cotas é com o objetivo que o espaço publico seja frequentado por aqueles que nao estao presentes. E por não estarem lá, eles nao podem se apresentar para sociedade como cidadãos ativos para o convívio.

Ele cita tambem que o mesmo ocorreu com as mulheres na política, quando criou-se cotas de mulheres para os partidos... E olhem só voces, temos uma presidente hoje. Quem sabe, se nao fossem as cotas, isso um dia seria possível? E se fosse, certamente não seria tão rapidamente.

Mas voltando ao assunto original... Porque as faculdades? Porque é justamente nesse ambiente que os negros e índios não estão... Onde os pobres não estão... E essa então seria uma medida de integração. Uma medida para que se torne comum o negro, branco pobre, índio frequentando uma faculdade.

"O PRECONCEITO SE QUEBRA COM O CONVÍVIO"

A cota então, é pra viabilizar o convívio. Quebrando o preconceito nesse espaço, voce invariavelmente acaba quebrando tambem em varios outros lugares, e a partir disso cria-se o convivio sem preconceitos.

Gente eu sei como é difícil estudar que nem um cão, competir com tantos outros, e ainda assim por meio de cotas, um outro ter uma certa vantagem no final. Eu entendo que a medida de cotas pode ser encarada como um dos atos de maior preconceito aberto que se possa imaginar.

MAS... Vendo por esse ponto de vista realmente... Talvez seja a unica forma... Não imediata... Mas a longo prazo, de se extinguir o preconceito... Voce "empurra" o negro para a universidade. Com isso há mais negros dentro desse ambiente de convivio. aumentando essa quantidade gradualmente a cada ano, voce força o convivio entre todos, com isso diminui-se o preconceito, e mais pra frente, nem irão considerar mais a necessidade de cotas... Assim como a cota pra mulheres em partidos eleitorais. A lei da cota existe, mas se tornou tão comum a presença da mulher que nao se faz mais necessario o mesmo rigor.

É uma tentativa meus caros leitores. Acho que é um início. Confesso que era contra... Mas depois de ouvir esses argumentos, confesso que eu mesmo mudei de idéia e sou a favor agora.

Mas essa mudança de pensamento deu-se por estar de mente aberta para ouvir outras opinioes, outras pessoas, e respeitar cada opinião. Se eu vou manter essa mesma ideia a partir de agora? Não sei... Pode ser que eu ouça algum outro argumento que me pareça mais plausível... A beleza está justamente em pensar nos fatos e discuti-los abertamente.

Por favor, se algum leitor achar o video por aí, manda pra mim. quero ter aqui salvo comigo.

Muito Obrigado,

Yuri Oliveira Carneiro

segunda-feira, 9 de julho de 2012

FINAL DA LIBERTADORES, REFLEXO PARA 2014


Imagem: Google

O último jogo da Copa Libertadores da América aqui no Brasil entre Corinthians x Boca Juniors me colocou a pensar em como será a Copa do Mundo FIFA daqui há dois anos.

A preocupação com a infraestrutura é nítida por parte dos governantes, entretanto não vemos um investimento para que ocorra uma prestação de serviço de qualidade dos órgãos públicos, tais como o transporte público e até por partes da segurança pública, onde aponto uma enorme falta de respeito dos policiais com aqueles que visitam o país. Que imagem pretendemos passar para o mundo?
Na Final da Copa Libertadores no Pacaembu em São Paulo foi um absurdo a forma que a polícia tratou os torcedores, tanto do Corinthians quanto do Boca. Truculência e agressividade norteiam o trabalho da polícia, não só em São Paulo, mas claramente em todo Brasil.

Na fatídica ocasião eles não estavam lhe dando com bandidos de nenhuma espécie, mas sim com torcedores que muitas vezes saem direto do trabalho para ver seu time jogar e são tratados como verdadeiros bandidos, malfeitores.

As imagens falam por si só, não preciso alardear nada, tudo foi feito segundo policiais de forma corriqueira, que de certo modo me assusta para a grandeza do evento e a exposição que isso dará ao Brasil.
Aguardemos apreensivos a chegada de 2014 e que de fato algo mude, por que do jeito que vai será uma vergonha nacional/internacional sem tamanho para o Brasil.

(PS.: DILMA FINGE QUE A EDUCAÇÃO É A COPA E INVESTE NELA)
(PS².: PARABÉNS AO CORINTHIANS, CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2012)


quinta-feira, 28 de junho de 2012

CULTURA DO ENSINO DO EMPREENDEDORISMO NO BRASIL



O Brasil é um país onde o empreendedorismo ainda está em desenvolvimento; apesar de ser uma crescente constante e emergente, ainda há aversões contra essa nova tendência no país.
Para o Brasil mudar e aceitar de forma mais espontânea o empreendedorismo, faz-se necessária uma reorientação do ensino brasileiro para com o empreendedorismo, não só no ensino técnico e superior, mas sim a partir do ensino básico/fundamental, de modo que a criança comece a formar seu caráter.
Dornelas (2005, p. 35) afirma que “os valores do nosso ensino não sinalizam para o empreendedorismo[...], assim o emprego assume um valor fundamental na formação da nossa sociedade”. Ainda diria mais, o emprego no setor público enche mais os olhos dos brasileiros pela estabilidade que proporciona, por isso os brasileiros dedicam várias horas do seu dia estudando para uma vaga no órgão público, por exemplo; já nos Estados Unidos seus jovens estudam procurando empreender, inovar, procurar novas tecnologias, por isso constatamos a diferença entre ambas as nações.
Dornelas (2005, p. 35) ainda salienta que “os cursos de administração, com raríssimas exceções, são voltados quase que exclusivamente para o gerenciamento de grandes empresas”, reforçando assim a ideia e a necessidade de haver mudanças na formação dos nossos jovens, os quais, ao invés de trabalhar para uma grande organização, podem empreender, melhorando o nível de competitividade não só de grandes organizações, mas também das Micro e Pequenas empresas.

(Esse texto fez parte de um dos capítulos do meu trabalho de Conclusão de Curso)

Um abraço a todos!

Vanildo Neto


domingo, 17 de junho de 2012

VOCÊ S/A - Acordar cedo pode aumentar o seu nível de sucesso?



Pois muito bem,

Passado certo tempo de silêncio, resolvi volta ao menos periodicamente para falar sobre certas coisas interessantes que tenho visto nos sites que frequento.

A alguns minutos entrei no site da VOCÊ S/A e li uma reportagem interessantíssima do blog Senhor do Tempo que comenta a relação do fato de se acordar cedo com o sucesso profissional.

Christian Barbosa (autor do texto) cita que um estudo realizado pela jornalista Laura Vanderkam, reporta que as pessoas que são matinais têm um nível de sucesso maior do que as outras.

O livro em que poderíamos ter maiores detalhes da pesquisa ainda não foi lançado. Para a pesquisa ela entrevistou diversas pessoas, como por exemplo, o antigo CEO da PEPSI Steve Reinemund que ia para a esteira às 5 da manhã antes de começar seu expediente.

Ele relata até uma própria experiência:

"O interessante é que quando fiz as entrevistas para o livro livro Equilíbrio e Resultados, diversas pessoas que se encontravam no que convencionei chamar de célula 4 da Matriz (ou seja, pessoas que tem resultados e equilíbrio simultaneamente na vida), comentavam que acordavam cedo. O Jeff Taylor e o Joao Doria Jr, dois cases que utilizei como exemplos dessa célula, faziam exatamente isso. Na hora não atentei a essa coincidência."

Pensando por mim, varias pessoas que eu tenho contato e que considero pessoas com pleno sucesso profissional têm o hábito de acordar MUITO CEDO.

Não vamos levar aqui em consideração a questão do comprometimento, porque essas pessoas não levantam mais cedo para ir ao trabalho propriamente dito, mas para dedicar-se a outras atividades, na maioria das vezes voltadas para a saúde física.

O fato de chegar mais cedo ao trabalho e dedicar-se as suas atividades durante esse período tem uma serie de vantagens, como o autor mesmo cita:

"Primeiro porque o período da manhã em geral contém poucas chances de você ser interrompido, de ter aquele agito do escritório ou ansiedade da equipe. É você com você.

Segundo porque se você teve uma boa noite de sono, está recuperado e isso ajuda você e seu cérebro a pensarem melhor, tomar boas decisões e ter boas ideias. O recomendado é que você utilize esse tempo da manhã para as coisas realmente importantes, que exijam um nível de esforço mental maior e não para atividades triviais que você pode fazer em qualquer horário."

Essa justificativa para o rendimento não é muito válida na minha opinião, visto que voce conseguiria alcançar o mesmo tipo de concentração se ficasse até mais tarde, com todos fora do escritório, e com todos os problemas mais urgentes resolvidos durante o expediente, e contando com todos os membros da equipe para auxiliá-lo.

Assim voce poderia terminar o dia de forma tranquila, sentado para ler seus milhões de emails de forma mais calma... Enfim...

Assim como Christian, me proponho a passar pela experiencia, e comprovar os reais efeitos de acordar cedo com o sucesso profissional.

De bate-pronto, já penso que tudo deve-se ao fato de realizar atividades físicas, para o corpo estar melhor condicionado ao dia de trabalho, mas quero ver realmente o que acontece.

Amanhã, segunda-feira (18-06-2012) acordarei 1 hora mais cedo. Boa sorte pra mim...


Muito Obrigado,

Yuri Oliveira Carneiro

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ESSÊNCIA



Angustiado e confuso caminhei sobre meus anseios. A cada passo dado era como se o conflito interno que emergia da paranoia que havia estabelecido me corroesse, tanto quanto a ferrugem atacando ferozmente o metal de uma escada velha exposta há anos nas quatro estações, simplesmente muito mais intenso e complexo de ser entendido.

Árdua era essa sensação, em que minha felicidade se exauria lentamente em cada obstáculo mental que construía, nas paredes que meu subconsciente insistia em levanta-las a prumo, entre desejos amarrados pela covardia de enfrentar aquela situação, me perdi.

Como os becos que se encontram pelo vazio no cair da noite, em que a desconfiança gera o bloqueio de seguir adiante entre o incerto, foi preciso procurar refúgio em local seguro para entender de fato o que sucedia entre os devaneios da minha essência.

Perde-me, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido.

Entre escolhas e situações adversas a realidade ideal, identifiquei em tempo que estava em um momento em que culpava tudo e todos, como se os fatos ocorridos não passassem de um plano conspiratório do universo contra a minha existência, em que cada ação gerava uma reação turbulenta que invadia e deixava o caos aos meus sentidos e emoções.

Achar-me, foi o início para a reconstrução.

Nos cobramos demais, deixamos a ambição muitas vezes extrapolar as barreiras do discernimento em busca de um plano ideal elaborado subitamente por nós e influenciado constantemente pelos padrões do cotidiano. Nesse momento, perdemos a essência da vida. A identidade não é um mero documento como possa se imaginar, ela esta implícita, trata-se da sua existência.

Existir, razão de ser, ser humano.

Como disse o poeta: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz (...)”, essencialmente, a vida!


Por Eduardo Silva



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Eduardo Silva, é graduado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário da FEI, obteve destaque em seu projeto final de conclusão de curso sobre Endomarketing®, venceu a 3ª Feira de Plano de Negócios na mesma instituição (apresentado case sobre sustentabilidade). Atualmente, trabalha com Planejamento Comercial e também é aluno do MBA em Marketing da FGV. Um amante da cidade de São Paulo onde nasceu e foi criado, apaixonado pela rotina praticamente “maluca” que impera no local e um apreciador da boêmia que o conforta e acolhe fornecendo o contrapeso para o dia-a-dia.


Frase do dia