segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
A MOTIVAÇÃO EXISTE?
terça-feira, 8 de novembro de 2011
ADMINISTRADORES.COM.BR - POR QUE UNS TEM SORTE E OUTROS NÃO?
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
VOCE S/A - AS 8 ATITUDES DE SUCESSO

terça-feira, 18 de outubro de 2011
VOCE S/A - O MITO DO PROFISSIONAL PERFEITO
- Candidatar-se a um cargo mais baixo.
- Candidatar-se a uma vaga cujo salário é muito menor.
- Ficar desesperado e atirar para todos os lados, sem saber chegar às vagas certas.
- Ter uma atitude arrogante por achar que é muito mais qualificado do que a vaga.
- Ser inflexível.
- Se mostrar pouco disposto a aceitar as regras impostas.
- Não aceitar pequenos sacrifícios que a posição exige.
- Não saber trabalhar em equipe.
- Acreditar que as credenciais técnicas são suficientes para conquistar um emprego.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
O Lado Negro da Geração Y
Ok, a maioria do blog faz parte da geração Y, você leitor já viu várias e varias vezes a tietagem feita por membros do blog por essa geração (a qual eu também faço parte), mas veja você, nada nunca é um mar de rosas.
DESCREVENDO O LADO NEGRO
De 1980 a 1990, A geração Y tem dominado todo o foco das pesquisas e levantamentos, e não é a toa. É inegável a transformação no método de trabalho e na forma de liderança imposta pela geração.
Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono familiar das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Crescemos vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas
Os amados e temidos Y's, acostumados a conseguirem o que querem a qualquer custo e altamente influenciados por valores, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados 'smartphones' (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores, representando assim um público ávido por inovações.
Procuramos conciliar a vida pessoal com a profissional, mas em turnos... Com extrema atenção ao trabalho, seguida de extrema atenção a vida pessoal e assim por diante. Somos carentes de feedback SIM, porem com o pretexto de trazer um retorno de melhor qualidade.
Nascidos numa época de pós-utopias e modificação de visões políticas e existenciais, a chamada Geração Y cresceu em meio a um crescente individualismo e extremada competição. Não são jovens que, em geral, têm a mesma consciência política das gerações da época contracultural. E também, como as informações aparecem numa progressão geométrica e circulam a uma velocidade e tempo jamais vistos antes, o conhecimento parece que tende a ficar cada vez mais superficial.
Em contrapartida, e por razões que nos nossos tempos parecem óbvias, a chamada Geração Y tem sido mais preocupada com o meio ambiente que as gerações precedentes, o que revela um contraponto ao individualismo empedernido.
Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.
Segundo pesquisadora do Hay Group, 20% dos jovens com menos de 30 anos que trabalham nas empresas brasileiras já ocupam cargos de liderança.
AS FORÇAS DO LADO NEGRO
Segue uma tabela que representa bem a geração (retirada da VOCE RH)
| Características | Ponto fortes | Pontos frágeis |
| Rapidez, muita energia | São muito ágeis | Podem parecer superficiais |
| Fazem N coisas simultaneamente | Aproveitam melhor do tempo | Desordem, esquecimento |
| São preocupados com eles mesmos | Auto-responsabilidades | Em desequilíbrio, ficam egoístas |
| Abertos | Ensinam, aprendem, se divertem | Em desequilíbrio, ficam suscetível |
| Sabem o que querem | Focados, criativos, Intensos, fortes | Em desequilíbrio, revoltam-se |
| Acreditam que PODEM | Impulsivos, constroem maravilhas | Às vezes acabam faltando com o respeito |
| Buscam dar sentido às coisas | Integram-se, contribuem | Contestam/Revoltam-se |
| Curiosos | Aprendem mais | Acessam coisas sem maturidade |
| Querem desafios | Auto-superarão, progresso | Em desequilíbrio, degradação |
| Hábeis com ferramentas virtuais | Conectados, ágeis, informados | Podem se viciar |
| Tem gosto pelo saber, pela verdade | Verdadeiros, objetivos | Afrontam quem não sabe/mente |
| Tem grande sensibilidade | Percepção/intuição aguçada | Em desequilíbrio, frágeis, suscetíveis |
| Tem senso de igualdade | Destemidos, abertos, ousados | Desrespeitam a hierarquia |
| Foco no resultado | Buscam resultados rápidos | Em desequilíbrio, buscam meios ilícitos |
UMA AULA DE GERAÇÕES
Geração Y: também chamada de Geração Next ou Millennnials. Apesar de não haver um consenso a respeito do período desta geração, a maioria da literatura se refere à Geração Y como as pessoas nascida entre os anos 1980 e 2000. São, por isso, muitos deles, filhos da geração X e netos da Geração Baby Boomers.
Geração Z: Formada por indivíduos constantemente conectados através de dispositivos portáteis e, preocupados com o meio ambiente, a Geração Z não tem uma data definida. Pode ser integrante ou parte da Geração Y, já que a maioria dos autores posiciona o nascimento das pessoas da Geração Z entre 1990 e 2009.
Geração XY: Ainda não muito bem definida, a Geração XY é uma maneira de classificar indivíduos da
Geração Y que buscam reconhecimento da forma que a Geração X fazia.
Geração Alfa (ou Alpha Generation): Ainda sem características precisas definidas, a não ser que nascerão em um mundo conectado em rede, a próxima geração, de nascidos a partir de 2010, já tem nome: Geração Alfa. Poderão ser filhos, tanto da geração Y, como da Geração Z.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Você S/A – Emprego em outra cidade
Pegando um gancho no assunto abordado pelo Yuri, vou falar de uma curta reportagem discutida por Tatiana da Ponte, que escreveu no lugar de Luiz Carlos Cabrera este mês.
A reportagem fala sobre como o mercado de trabalho brasileiro oferece inúmeras oportunidades, e que ficar preso a sua “cidade natal” pode diminuir as suas possibilidades de crescimento.
Claro que quando se pensa em sair do emprego onde estamos para mudarmos para outro lugar geralmente se pensa emir a outro país e esta de fato é uma outra possibilidade viável. Países como a Inglaterra e Espanha estão tendo um problema já conhecido aqui no Brasil: O apagão de mão de obra. Ter um canudo de baixo do braço e um segundo idioma na ponta da língua também não é exatamente garantia de nada, mas já abre muitas portas lá fora.
No entanto, este não é o foco do artigo. O foco é a discussão de criar-se o hábito, assim como nos Estados Unidos, de se abrir os horizontes desde o começo. Segundo Tatiana, desde o ensino médio o estudante é incentivado a buscar uma formação superior em uma universidade fora de cidade natal. Uma vez concluída esta etapa, a procura por oportunidades de emprego não é diferente. É comum encontrar dentro das empresas americanas um mix de pessoas vindas de diferentes universidades de diferentes estados, e até mesmo de diferentes países.
Para finalizar, farei das palavras de Tatiana as minhas:
“Quem optar por conhecer diferentes culturas regionais dentro deste Brasil enorme poderá se surpreender. O custo de vida mais baixo pode viabilizar uma transferência. E a estadia fora dos grandes centros pode ser uma experiência agradável em relação à qualidade de vida.”
E apenas complementando, acredito que além destas vantagens, cabe também dizer que em empresas (ou cidades menores) o profissional tende a ter mais chances de se destacar e acelerar sua carreira.
As oportunidades existem, sair da zona de conforto pode ser um sacrifício que se pague (com bônus) mais tarde.
De Florianópolis,
Hugo Oliveira Campos.
Fonte: Revista Você S/A, Edição 159, Setembro de 2011, página 112
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
ÉPOCA - APAGÃO DE TALENTOS: A FALTA DE ENGENHEIROS
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
EXAME – Um ano para dar certo
“Esse é o prazo imposto pelos executivos da Renner para fazer de sua nova rede de moda jovem um sucesso” – Tatiana Vaz.
Não é segredo para ninguém que um dos grandes trunfos para se estabelecer novas marcas, que durem por décadas é “vendê-las” para os jovens. Com este pensamento a Renner está lançando lojas-piloto de sua marca jovem: A Blue Steel.
Segundo a reportagem a empresa já tinha o projeto há algum tempo e com o crescimento do varejo no último ano deu força à ideia. Com lojas em São Paulo, Belo Horizonte e uma em Porto Alegre (em breve estará em funcionamento) o investimento na nova rede deve ser de 7 milhões somente este ano. Entre as ações para conquistar o público jovem está a contratação de “embaixadores” da marca. Estes embaixadores são 15 jovens, influentes na internet, que farão com que a marca seja divulgada e “quebrarão o gelo” entre os novos produtos e os consumidores.
De forma semelhante à Renner, a Riachuelo também tomou uma ação voltada para o mesmo público. O relançamento da marca Pool, sucesso dos anos 80, foi a ferramenta utilizada para atrair mais jovens as lojas da rede. No entanto, os executivos da Riachuelo ainda não veem necessidade de investir em lojas exclusivas.
As ações tomadas pela Renner e pela Riachuelo são exemplos de que, cada vez mais, o público jovem tem mais destaque. Este público é fortalecido pela força e “presença” da internet, com suas redes sociais e ágil disseminação de ideias, que fez com que milhares de empresas revisassem suas políticas de propaganda e marketing.
Os jovens tem uma força enorme. Eles ditam modas, constroem ou destroem a imagem de uma marca em questão de alguns cliques. E é esta força “selvagem” que as empresas ainda estão tentando laçar (tanto no setor de marketing, quanto no setor de RH). Quem conseguir domá-la primeiro, poderá tem uma escalada “galopante” em seus resultados.
De Florianópolis,
Hugo Oliveira Campos.
Fonte: Revista EXAME, Edição #1000, 21/09/2011, páginas 148 – 150.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
LIDERANÇA E QUALIDADES NATAS
Começo a postagem de hoje com um tema que julgo muito interessante: Habilidades natas, ou seja, aquelas que por mais que você tente aprender, quem nasce com ela sempre terá vantagem.
A habilidade nata que eu escolhi para falar hoje é a presença.
Presença como muitos sabem, é um dos muitos ingredientes que se compõe a liderança.
Presença é o modo de andar, de se sentar, falar, olhar... É um conjunto de ações e pensamentos que transmite uma imagem sobre você, seja ela boa ou até mesmo ruim.
O componente mais comum e melhor interpretado da presença é a aparência. Estilo de roupa, maquiagem e sapatos são o "cartão de visitas" acompanhado de um bom sorriso.
Uma boa aparência aumenta não somente a auto-estima, mas também a confiança e aceitação de suas ideias por parte de outras pessoas.
Executivos com presença alta agem de forma a induzir confiança estratégica, decisiva e assertiva, conclui um estudo divulgado no ano passado pelo Centro de Trabalho-Vida Política de Nova York.
Obviamente, não basta apenas aderir a hábitos que o tornem realmente presente. Tem de manter as atividades. Para os executivos que não têm essa qualidade, queiram melhora-la ou mante-la, recomenda-se o coaching. Nessa sistemática de ensinamento, o individuo não aprende apenas como se portar, mas também a aceitar e transmitir ideias. É mais um aperfeiçoamento pessoal que algum curso de qualificação profissional propriamente dito, mesmo que tenha impactos diretos no método de trabalho e gestão.
Presença, tal qual o instinto de liderança (mesmo sendo um conjunto de competências), pode ser aprendido, mas nada supera alguma qualidade nata.
Em grupos, organizações ou até mesmo em uma roda de amigos, você sempre terá uma pessoa que recebe a maioria da atenção, e que consegue fazer suas ideias serem adotadas rapidamente. Essa pessoa é um líder. Não pela qualidade de seu trabalho ou escolaridade, mas pelo modo envolvente e positivo que a imagem dela penetra nas pessoas.
Creio que trata-se da boa e velha combinação credibilidade-carisma. Esse tipo de qualidade é difícil de se obter por estudos e treinos. É a vantagem nata que combinada com algumas competências empresariais que determina o tempo que você ira levar até alcançar uma responsabilidade de liderança.
Nota-se que eu disse responsabilidade, e não cargo.
Se você sente que não tem essa qualidade, não inveje quem a tem. Recomendo que se conforme e foque em outras qualidades que com certeza você já tem bem desenvolvida, ou que procure cursos de interpretação e fala, para desenvolver um pouco mais a presença.
Eu particularmente já vi muitas e muitas vezes a presença superar hierarquias inteiras. Conheço pessoas que tentam de todas as formas obter essa qualidade e não conseguem. Leem, dizem que tem, mas mesmo assim continuam não aprendendo. Na história vimos pessoas extremamente presentes usarem suas qualidades indiscutíveis para o bem (Mahatma Gandhi) e até para fins não aceitos como benéficos (Adolf Hitler).
Você desconhece suas habilidades? Suas aptidões? Recomendo que faça testes de auto-conhecimento. Você pode se surpreender com os resultados.
Para fechar o post, segue a "Teoria dos 9 C's" retirada do livro "Cadê os Líderes?" de Lee Iacocca, que representa as características que um líder deve ter, e é por essa teoria que eu estou me guiando para melhorar minhas competências.
1- Um líder tem que mostrar Curiosidade. Ele deve ouvir pessoas que estejam fora do círculo do “Sim, senhor”. Se ele não testa suas crenças e opiniões, como ele sabe que está certo? A falta de habilidade em ouvir é uma forma de arrogância. Isso pode parecer que ou você acha que sabe tudo, ou que você simplesmente não se importa.
2- Um líder deve ser Criativo, fazer algo que ninguém imaginaria, algo realmente diferente. O famoso pensar fora da caixa. Líder é administrar mudanças – não importa se você lidera uma empresa ou um país.
3- Um líder deve Comunicar. Eu não estou falando de fazer fofoca ou de soltar grunhidos. Estou falando sobre encarar a realidade e falar a verdade.
4- Um líder deve ser uma pessoa de Caráter. Isso significa saber a diferença entre certo e errado e ter coragem de fazer a coisa certa. Abraham Lincoln disse uma vez, “Se você quer testar o caráter de um homem, dê poder a ele”.
5- Um líder precisa ter Coragem. Presunção não é coragem. Falar alto também não é coragem. Coragem é o comprometimento de sentar numa mesa de negociação e falar.
6- Para ser um líder você precisa ter Convicção – um fogo dentro de você. Você tem que ter paixão. Você tem que real e profundamente querer fazer algo até o fim.
7- Um líder deve ter Carisma. Carisma é a qualidade que faz com que pessoas queiram ser suas seguidoras. É a habilidade de inspirar. Pessoas se inspiram e seguem um líder porque elas confiam nele.
8- Um líder deve ser Competente. Você tem que saber o que você está fazendo. Mais importante que isso, você precisa se cercar de pessoas que saibam o que estão fazendo.
9- Você não consegue ser um líder sem ter senso comum (Common sense).
Se você se sente desenvolvido em alguma habilidade específica, ou até mesmo se sente desenvolvido em liderança como um todo, peço por favor que você não se sinta "A Rainha do Formigueiro", porque afinal, quem recolhe as folhas pra que você resista ao inverno são as operárias.
Se você chegou até aqui...
Muito Obrigado,
Yuri Oliveira Carneiro
domingo, 11 de setembro de 2011
EXAME & Você S/A – As melhores empresas para você trabalhar
Presente no guia desde 2005, a Volvo conquistou agora o “bicampeonato” da competição onde o objetivo é somente um: Ser a melhor empresa para se trabalhar.
A pontuação de 89,4 foi o suficiente para assegurar a Volvo a melhor posição do ranking geral (bem como por setor e por região). De acordo com Úrsula Alonso Manso, o motivo é simples: a Volvo é uma empresa que tem práticas consistentes para tudo o que se refere à gestão de pessoas e sabe reconhecer de forma justa sua força de trabalho. Os número impressionam, e sem dúvidas os benefícios ainda mais.
Alguns números da Volvo:
Não foi por menos que a Volvo conquistou os louros desta vitória.
Alguém aí pode dizer que alguma vez recebeu (no mínimo) R$9.000,00 reais de participação nos lucros?
Alguém aí deve receber R$15.000,00 reais (esta é a previsão por enquanto) de participação nos lucros este ano?
Pois é… eu também não. E, com exceção dos 3.006 funcionários da Volvo, acho que será difícil a sua resposta ser diferente da minha.
E não para por aí, dinheiro é bom mas com certeza não é tudo. A empresa tem vários programas de aperfeiçoamento, programas para aposentadoria, benefícios médicos, odontológicos e escolares. E ainda por cima, de quebra, a empresa está revisando suas políticas de remuneração, com o objetivo de testar a aderência da geração Y. Entre tais medida está a criação de uma academia nas dependências da fábrica, opção de home office, licença-maternidade de 6 meses para as mulheres, patrocínio à equipes de corridas, etc.
Como a própria Úrsula disse, ao encerrar a matéria, a sensação é de que a casa está sempre arrumada. Não à toa, seus moradores estão sempre muito felizes. Sem dúvidas trabalhar na Volvo é um sonho alimentado por uma remuneração justa (e bem distribuída), benefícios fantásticos, planos e programas de aperfeiçoamento e uma excelente política de trabalho.
Bom, se o objetivo era atrair e reter profissionais (em especial os da geração Y) a Volvo com certeza obteve sucesso: Estou atraído.
De Florianópolis,
Hugo Oliveira Campos.
Fonte: Revista Você S/A | EXAME, AS MELHORES EMPRESAS PARA VOCÊ TRABALHAR, Setembro de 2011, Páginas 68 – 72.





